O mundo do futebol é palco de rivalidades intensas, onde provocações muitas vezes ultrapassam os limites aceitáveis, resultando em verdadeiras batalhas, não apenas entre jogadores, mas também entre torcedores e até mesmo autoridades.
Um dos episódios mais marcantes de violência no futebol ocorreu durante a Copa do Mundo de 1962, no confronto entre Chile e Itália. Antes da partida, jornalistas italianos fizeram críticas severas ao país sul-americano, o que acirrou os ânimos e culminou em cenas de extrema agressividade dentro de campo. O árbitro inglês Ken Aston teve dificuldades para controlar a situação, resultando em expulsões e momentos de verdadeira selvageria.
Além dos embates entre os próprios jogadores, há situações em que provocações levam a conflitos entre torcidas. Um exemplo trágico ocorreu em 2012, na final da Copa do Egito, quando a longa rivalidade entre Al Ahly e Al Masry resultou em uma verdadeira tragédia. Após provocações e disputas acirradas, torcedores invadiram o campo iniciando uma briga generalizada que resultou em dezenas de vítimas fatais.
Apesar de ser comum no esporte, as provocações quando extrapolam limites podem ter desfechos devastadores. Fato é que clubes e federações têm buscado formas de reduzir atos de violência, aplicando punições rigorosas e reforçando a segurança nos estádios. Contudo, a paixão inerente ao futebol continua a ser um combustível para rivalidades intensas e, algumas vezes, perigosas.